Em novembro de 1992, Zé adquiriu a propriedade de seu pai, cumprindo o desejo familiar de que o único filho homem permanecesse cuidando do sítio. Logo após assumir a terra, dedicou-se à atividade leiteira por alguns anos, adquirindo experiência no manejo do gado, embora não tenha permanecido nessa área por muito tempo.
Em 2001, Zé Divino e Maria Izabel se casaram, unindo não apenas suas vidas, mas também sua dedicação ao trabalho rural. Juntos iniciaram o cultivo de café, começando modestamente com 3 mil pés. Com esforço e planejamento, ampliaram para 5 mil, até alcançarem o expressivo número de 22.500 pés atualmente em produção. Ao longo de toda essa trajetória, as lavouras sempre foram trabalhadas exclusivamente pelos dois, lado a lado, sem depender de mão de obra de terceiros. Cada etapa do processo — plantio, tratos culturais, colheita e cuidados diários — sempre carregou a marca do empenho pessoal do casal.
Além da expansão, o sítio também se destaca por práticas sustentáveis que refletem o compromisso ambiental de Zé e Maria Izabel. Entre elas, estão o manejo consciente do solo, o uso equilibrado de insumos agrícolas, a preservação de áreas nativas da propriedade, a proteção das nascentes e o cuidado com a conservação da água. O casal também adota técnicas de adubação que respeitam o ritmo natural do solo e mantém a cobertura vegetal, contribuindo para a saúde do ecossistema. Essas práticas garantem que a produção de café se desenvolva em harmonia com o meio ambiente, reforçando a responsabilidade que sempre marcou o trabalho deles.
Hoje, celebrando 25 anos de casamento e igualmente 25 anos de dedicação contínua ao sítio, Zé e Maria Izabel seguem firmes, trabalhando com honestidade, sem causar prejuízo a ninguém e guiados por Deus. Tudo o que conquistaram veio exclusivamente do próprio esforço — nada lhes foi dado de mão beijada. E quem conhece o casal sabe bem da determinação e da coragem que sempre tiveram. Mesmo com mais de 62 anos, continuam conduzindo o sítio e suas tarefas com excelência, deixando um exemplo de perseverança, união e amor pelo campo.


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Café cheio de história, com notas sensoriais incríveis!
Segue alguns atributos considerados pelos juízes sensoriais da COCCAMIG:
Doçura: alta. Sabor: caramelo, mel, frutas vermelhas, amora, limão. Acidez: cítrica. Corpo: licoroso. Finalização: longa.
Juízes sensoriais e avaliadores:
Pedro Bronzin Junior
Thiago De Oliveira Sidney Viana Dias
Josué Tavares
Luiz Eduardo Assis
Vânius Fernandes Almeida
Ramon Ribeiro da Silva
Mauro Aldemar Alves Junior
Torrador Oficial:
Robson Rodrigues Ribeiro
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